sábado, 11 de abril de 2009

C

Hoje reencontrei uma pessoa que em tempos me foi muito importante. Ainda me é importante mas as circunstâncias são outras. Estava diferente, mas no fundo era a mesma pessoa de sempre. Tomara eu que tivessemos tempo para trocar umas palavras com mais calma e dizer o que não foi dito, há muito tempo atrás...

2 comentários:

Astrid disse...

... há sempre um olhar terno que persiste no infinito do nosso querer. Lendo o teu post, lembrei deste poema:

Meu Sonho (Cecília Meireles)

Parei as águas do meu sonho
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não têm coragem de cantar,
vendo o meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
por que insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.


Carpe diem...
Abreijos!

Helder Magalhaes disse...

Querida Astid,

é, de facto, um poema que em muito tem a ver com o post.
Cada vez aprendo mais o verdadeiro significado desse "carpe diem"...

Obrigado!
E beijos, do
Helder